Existência?


Bom pessoal, meu nome é Marcelo, e por convite do dono deste blog, irei compartilhar alguns pensamentos, idéias excêntricas e etc.

Existência? Acho que há sempre um momento na vida que nos perguntamos isso. Mas será que isso é construtivo? Será que irá mudar alguma coisa se soubéssemos de onde viemos e pra que vivemos? Indagações misteriosas e talvez sem respostas, nada pode alterar o alpha e o omega (começo e o fim), entretanto, o “desenvolvimento” da nossa vida eu acho que podemos, porque se pensarmos melhor, a nossa vida é deliberada, ou seja, nós a construímos, nós escolhemos o caminho a seguir, assim podemos torná-la melhor com bom censo e sabedoria, sabedoria que adquirimos ao longo da vida.

Enfim, espero agradar a esta imensa comunidade de interessantes pensadores, logo irei compartilhar novas idéias, obrigado.

Marcelo Pedrosa.

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O Mundo-Mac



Neste alvorecer do século 21, a cultura brasileira atravessa um mau momento. Os brasileiros percebem isto, mas não vocalizam, enquanto poucos intelectuais escrevem sobre a questão. A sociedade até parece estar escondendo de si mesma o fenômeno. Talvez porque há sempre um escândalo do ar: uma prisão espetacular de criminosos expostos no noticiário das oito na TV; o banqueiro que sempre escapa com a conivência de altas figuras do poder judiciário ou o namoro de uma figurinha saída do Big Brother e subitamente famosa pelas medidas de seus seios e quadris que por sua massa cinzenta. Há tantas coisas anódinas à nossa volta que a perdidas e felizes como ruminantes, pastando no coxo do trivial e do sensacional. Mas o Brasil vai bem, dirão alguns, a está atravessando a crise financeira mundial em boa forma, preservando suas conquistas sociais e econômicas. No caso Brasileiros, há outras razões pra celebrar avanços, mas os dados estão deliberadamente confusos, toldados pela filosofia de uma era que o cientista político norte-americano Benjamim Barber, chamou o Mundo-Mac (Mac-World), ou seja, um estilo de vida regida pelo consumismo corporativo que só tem como objetivo o lucro. Basta não cair no sono nos intervalos comerciais das TVs para perceber a vitalidade de tal cultura do cartão de crédito: notem os comerciais de carros, de calçados esportivos, de refrigerante, de pasta de dente (os comerciais feitos pelos paulistas nunca passam no Brasil, mas numa Miami idealizada), como seus jovens e malhados modelos sorridentes em crepúsculos coloridos e paisagens pasteurizadas por filtros. Outros críticos desse modo de vida letárgico e decadente, Robert Kaplan, afirma em uns dos seus livros, que a cultura consumista é a ponta do iceberg de uma ologarquia corporativa que rapidamente está manietando as sociedades democráticas. E de tal modo esse fenômeno se agrava, que alguns estudiosos, como Thomas Frank no Era das Trevas, afirma “apesar do espocar dos flashes e dos cosmopolitismos desta vida (...) cada vez mais ela é um produto da publicidade corporativa”. Frank prossegue: “A conexão de cada individuo a este abraço morno de entretenimento oligopolizado é a coroação e o triunfo do marketing sobre a indisciplina consciência humana. Não mais conseguimos distancia da cultura do negócio porque não temos mais uma vida, uma história e uma consciência. E aquela está se pondo acima do nosso poder de imaginação porque era hoje se transformou na nossa imaginação, se transformou em nosso poder de evasão, que tudo descreve teoriza e resiste”.
A afirmação de Thomas Frank não é nada fantasiosa, quando sabemos que nos Estados Unidos, corporação como Microsoft e AT&T estão produzindo material didático para crianças de cinco anos de idade. A educação liberal alicerce da democracia burguesa clássica, deixa de ser tornar pública para se tornar produto, parte da indústria cultural. Não mais a busca do saber para conhecer, mas o saber como espetáculo. Esta sociedade de consumidores é assombrada pela falta de propósito e pela paranóia. O pior então é a invisibilidade desse sistema. Nesta era de ciberglobalismo o poder não está localizado num espaço geográfico real, está em todos os lugares, na ubiqüidade ontológica de em digitalizado ser de Parmênides. O triunfo do Mac-Mundo, onde todos estão se afogando na hegemonia corporativa, onde a cultura está sendo dissolvida pelos ácidos do brega, do consumismo e do modelo econômico do “consenso” de Washington.

By: Wellington Holanda

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Adolf Hitler...Sofrimento?



O primeiro poste do blog será dedicado ao um assunto político bastante conhecido na história mundial.
A marca deixada por Adolf Hitler na História é como um borrão de sangue. Desde que o Líder do Partido Socialista assumiu o poder da Alemanha conturbada de 1933, até o apocalíptico desfecho da Segunda Guerra Mundial, os povos civilizados assistiram com horror, ou sofreram na própria carne e na própria dignidade, ao desencadeamento de uma onda de violência e obscurantismo em escala sem precedentes na longa e sóbria crônica de conflitos humanos. Conduzindo uma Alemanha hipnotiza e esquecida de suas tradições mais nobres, Hitler levou a ignorância arrogante e o fanatismo implacável às raias da demência coletiva. O regime de preconceitos e crueldade que impôs a seu povo – com o consentimento e até com o entusiasmo desde – e que pretendeu implantar na Europa e no mundo, deveria, segundo ele, durar mil anos. Durou 11 e, por onde passou, como uma praga ou uma peste, só restaram lagrimas, ódios e remorsos.
Uma pergunta imediatamente ocorre a quem estuda o período da Segunda Guerra Mundial: como tudo aquilo foi possível? A doutrina pseudocientífico do nazismo, os campos de concentração, o extermínio frio e metódico de milhões de seres humanos, submissão completa de um país culto à vontade maléfica e às idéias destorcidas de um tirano brutal e insensível – como tudo aquilo foi possível? Por que tão poucos resistiram ao vírus nazista, quando ainda havia condições de resistir? E, na alucinação mórbida da degringolada final, por que tantos permaneceram obstinadamente fieis a Hitler, até o limite extremo da dedicação quando já não havia, mas nenhuma esperança?
Definitivamente não temos respostas simples para essas perguntas. Hitler foi o trágico resultado de uma convergência de fatores – políticos, econômicos, sociais, militares, psicológicos – que se somaram e se agravaram reciprocamente. O que há, talvez, de mais terrível nesse quadro é que ele é compreensível e que tudo poderia ter sido evitado, se a omissão de muitos e a irresponsabilidades de outros não tivessem acelerado, em vez de conter, a louca corrida de Adolf Hitler para o abismo.
Os primeiros seguidores do Hitler – a massa original do nazismo – foram recrutados nas camadas mais marginalizadas, mas ressentidas, mas atemorizadas pelas incertezas dos tempos e, por isso mesmo, mas agressivas e, mas dispostas a entregar se incondicionalmente a uma liderança ousada e salvadora. O baixo nível intelectual e político dessas camadas e dos próprios lideres nazistas permitiu a propagação, com o ímpeto de uma planta selvagem, de uma doutrina feita de aberrações mais que correspondia à realidade de um quadro psicológico anormal, num país traumatizado e perplexo. As classes politicamente, mas sofisticadas e a casta militar revanchista, embora reconhecendo e ridicularizando o primarismo da pregação de Hitler e a brutalidade dos seus métodos, viram nele um instrumento a ser provisoriamente utilizado para alcançar os objetivos de liquidação de ameaças comunistas, de rearmamento e reerguimento nacional. Acho que esse foi seu erro fatal: em vez de se deixar simplesmente utilizar, Hitler pelo contrário aproveitou-se do dinheiro que lhe era oferecido e da cobertura dos militares para consolidar o seu movimento e o seu poder pessoal, assumindo efetivamente o controle completo da Alemanha. E a máquina de repressão e de guerra do nazismo foi ganhando vitórias espetaculares ao mesmo tempo em que impunha, por onde passava uma ordem totalitária e impiedosa, baseada no culto de uma suposta “raça superior”, no preconceito e no desprezo pela dignidade da pessoa humana. O balanço final da destruição provocada por Adolf Hitler é estarrecedor. Sem falar nos imensos estragos materiais da guerra e nos soldados civis que ele matou, 12 milhões de pessoas, das quais 6 milhões de judeus, foram liquidados nos campos de concentração. Já no final do pesadelo, quando a derrota da Alemanha não podia mas ser evitada, algumas vozes tímidas, no grupo mas próximo de Hitler, sugeriram que o tirano capitulasse e, esquecendo-se de si mesmo, salvasse o que ainda era possível salvar do seu país. Ao que Hitler, com suprema insensibilidade, respondeu que a Alemanha, não tinha sido capaz de cumprir a missão que ele lhe confiaria, não merecia sobreviver... Esse é o homem!

By:
Vinícius Victor

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Finalmente, no ar!

Senhoras e Senhores,
Três jovens, e ocasionalmente outras participações especiais, vão levar vossas presenças a um outro universo onde as correntes do mundo moderno não o inibiram do vôo.
The Revolution, a Revolução, foi criado com o intuido de reanimar a filosofia moderna que em uma era onde não há tempo nem ao menos para uma boa conversa. O Blog foi criado com o intuito de retratar a filosofia no dia-a-dia e reacender a chama da revolução que fora práticamente apagada do peito dos jovens Brasileiros.
Aqui descutiremos política, amor, ódio, religião. Tudo de uma forma voltada a compreensão de qualquer faixa étaria, com linguagem fácil e sucinta.
Vamos aqui desmistificar a filosofia, e mostrar a todos como os pensamentos estão por toda a parte.
Contamos com a ajuda de todos, com opniões e artigos.

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Frases

A única peça do quebra-cabeça da vida que não podemos perder é a esperança. - (P.Marcelo)

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Contatos

Para enviar elogios, críticas construtivas, propostas de parceria, material para publicar no site, dúvidas, sugestão, presentes e a senha da sua conta bancária, basta mandar um e-mail para revolutions.__@hotmail.com, ou preencher o seguinte formulário:



















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About

Nome: Vinícius Victor

Minha vida é uma futilidade, perdido em meio à inércia consumista deste atual mundo nojento, meus pensamentos são as únicas chaves para abrir a porta que me levam a transcender de plano. Caminho em meio à loucura e a razão, entre o amor e o ódio, entre a filosofia e mundo real. A passividade é o gatilho da submissão, somos influenciadores e não influenciados. A minha vida é uma futilidade.


Nome: Gabriela dos Anjos

O medo da ilusão te deixou tão impuro que já nem sabe de quem se trata, dedicou sua vida inteira a uma imagem que nem sequer existia, com suas atitudes que não teve, se tornou mais fraco e sozinho... A verdade é que você adotou a intenção de esquecer e de lembrar, e se não dá pra mudar, o melhor é aceitar.



Nome: Wellington Holanda

Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas.


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